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segunda-feira, maio 12, 2003
by Joca
AMIGA DA AMIGA
Já comi muito uma pessoa que gostava bastante de meu eu e do meu eu inferior, aquele lá de baixo. Tipo, cheguei até a vetá-la algumas vezes, temendo sua sede de sexo. Muito gostosa, mas meio cara de vagaba. O negócio não foi adiante no sentido compromissal do termo, ainda bem. Já namorou metade do Rio de Janeiro e eu não tava a fim de ser mais um nas estatísticas. Foi assim que ela continua me admirando até hoje e até pede clemência por uma noite de penetrações (pro)fundas, que não é possível pois conheço seu namorado. Se não, era ferro na boneca de novo e avante. Nossa relação ficou mais próxima e íntima quando fizemos sexo anal gostoso numa data comemorativa. A partir desse dia minha fama de garanhão era garantida pela palavra feminina atuante em terras cariocas.
Essa palavra chegou até uma amiga dela. Essa amiga ficou curiosa em conferir in loco minhas atribuições. E o dia não tardou a chegar. Um simples encontro numa festa matou dois coelhos com uma cajadada só : ficar com ela e transar no mesmo dia. A situação ficou ainda mais fácil quando soube que ela mora sozinha. Aí foi sair da festa, passar em seu AP e dar duas quase sem tirar, deixando sua respiração mais forte e sua vagina mais assada. Foi sem misericórdia mesmo. E como ela gostou. Quis provar o que a amiga falou. Quis confirmar a ficha completa do rapaz, um verdadeiro furor sexual.
Quando a mulher gosta muito fica bem mais fácil. Quando você sabe que tá na mão o jogo melhora. O orgasmo demora, permitindo que ela goze antes, durante e depois.
Depois é só administrar e adicionar mais uma a coleção e ao balcão. Á vitrine.