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segunda-feira, julho 07, 2003
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segunda-feira, julho 07, 2003
by Joca
JUVENTUDE
Na plenitude de seus 20 anos recém-completados, nos reencontramos numa festa de uma amiga em comum. Seu rosto não escondia o jeito low-profile, normal quando se é bonita e desejada. A distância de 3 meses sem seus beijos me deixavam angustiados, mas tranquilo. Não tinha pressa em provar novamente o sabor de sua boca, esperaria ela se manifestar. A juventude tem disso : joguinhos imbecis.
Após muitos drinks na festa dessa amiga, ofereci uma carona, já que ela mora perto de mim. Ela topou e perguntou se eu não queria esticar num bar. Totalmente embriagado pela catuaba e pelas (muitas) cervejas, topei. Estar ali, no bar com ela, era prazeiroso. Não foi difícil nem demorado estar em poucos minutos beijando sua boca macia e calma. Nossos narizes se tocavam como se fossemos íntimos de anos, e eu só a conheci no início deste. Com mais chopps nas idéias trocamos algumas considerações e partimos. Recusada a minha oferta de irmos para a minha casa, acabei chegando embaixo de seu prédio, numa rua tranquila e silenciosa. Após a virada da chave, que objetivava o desligamento do carro, começamos a nos acariciar e falar coisas. Absorvido pelo álcool, desejava provar a sua genitália, o que ela reprovava. Com o passar das horas e muitos, muitos beijos e tentativas depois, ela não me fala nada e apenas tira, até a metade dos joelhos, a sua calça. A escuridão não permitia o total deslumbramento de seu sexo e apenas sugeria uma inocência fora do comum. Meu membro já latejava - animado pela possibilidade de penetrá-la. E foi isso o que aconteceu. No começo doeu - ela tava apertada. Depois entrou fácil, ajudado pela lubrificação de sua vagina. Em ritmos lentos e carinhosos, fiz daqueles 3 minutos um momento difícil de ser esquecido, sempre falando com ela e perguntando se estava tudo bem. Impedida pelos gemidos, não conseguia falar quase nada. O momento do clímax veio fácil e, sem camisinha, tirei meu pau de dentro dela e encharquei suas virilhas.
Ainda nos beijamos antes dela ir para casa: "Amanhã te ligo."
domingo, junho 15, 2003
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domingo, junho 15, 2003
by Joca
NA RUA DAQUELE MEU CAMARADA
- Vamos nessa, o show já vai acabar.
- Vamos... já pagou ?
- Já...
- Estou de carro...
- Eu também estou.
- Estacionou aonde ?
- Na rua daquele meu camarada.
- Eu também !
- Show...!
- Eu tô com aquele grande, o Ômega.
- Como você consegue dirigir aquela banheira ?
- É muito engraçado.
- O carro tem vidro fumê, é melhor.
- Ah, com certeza.
(...)
- Vem aqui...
- Abre só um pouco a janela.
- Claro, se não...
(...)
- Vou ter que abrir a porta pra cuspir, peraê.
- Você é muito gostosa, cara.
- Quê isso, cara, que isso...
segunda-feira, maio 12, 2003
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segunda-feira, maio 12, 2003
by Joca
AMIGA DA AMIGA
Já comi muito uma pessoa que gostava bastante de meu eu e do meu eu inferior, aquele lá de baixo. Tipo, cheguei até a vetá-la algumas vezes, temendo sua sede de sexo. Muito gostosa, mas meio cara de vagaba. O negócio não foi adiante no sentido compromissal do termo, ainda bem. Já namorou metade do Rio de Janeiro e eu não tava a fim de ser mais um nas estatísticas. Foi assim que ela continua me admirando até hoje e até pede clemência por uma noite de penetrações (pro)fundas, que não é possível pois conheço seu namorado. Se não, era ferro na boneca de novo e avante. Nossa relação ficou mais próxima e íntima quando fizemos sexo anal gostoso numa data comemorativa. A partir desse dia minha fama de garanhão era garantida pela palavra feminina atuante em terras cariocas.
Essa palavra chegou até uma amiga dela. Essa amiga ficou curiosa em conferir in loco minhas atribuições. E o dia não tardou a chegar. Um simples encontro numa festa matou dois coelhos com uma cajadada só : ficar com ela e transar no mesmo dia. A situação ficou ainda mais fácil quando soube que ela mora sozinha. Aí foi sair da festa, passar em seu AP e dar duas quase sem tirar, deixando sua respiração mais forte e sua vagina mais assada. Foi sem misericórdia mesmo. E como ela gostou. Quis provar o que a amiga falou. Quis confirmar a ficha completa do rapaz, um verdadeiro furor sexual.
Quando a mulher gosta muito fica bem mais fácil. Quando você sabe que tá na mão o jogo melhora. O orgasmo demora, permitindo que ela goze antes, durante e depois.
Depois é só administrar e adicionar mais uma a coleção e ao balcão. Á vitrine.
sexta-feira, abril 25, 2003
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sexta-feira, abril 25, 2003
by Joca
HIV POSITIVO
A maconha sempre foi problema quando o assunto era concentração. Mas ela achava isso charmoso. Ser lesada era bonito, fazia um 'tipo' para os rapazes. Arrumava a melhor, o cúmulo era ter um pé de skunk na varanda de casa. A mãe, doida das antigas, DOIDA MESMO, achava ótimo. Até dava um dois com a filha, mas gostava mesmo era de cerveja de manhã. Tipo quando acordava, ás 9 horas. Adorava ir pra piscina de seu prédio e tomar um suco de cevada no café.
A menina leva a vida desde então. Rejeita o bagulho solto por que "não dá onda". Prefere o prensado paraguaio, prensadão, triste, fedido. Mas a deixava paranóica e isso era "legal". Um dia, no Carnaval, ultrapassou os limites. Tomou não-sei-quantos ácidos, balas e fumou. Tinha uma hora em que não conversava mais. Achou aquilo lindo. "Eu sou muito louca mesmo" - falou para si em voz alta. Suas amigas já tinham pago mico forte com uns caras que estavam lá, só faltava ela. Resolveu que ia investir num moleque de outro estado. O cara era metido a louco, que nem ela, e isso a atraía. Acabaram ficando facilmente, em meio a drogas e bebidas. Transaram no mato, sem camisinha. Diz ele que gozou fora.
Hoje ela é outra pessoa: está no Hospital das Clínicas há 5 anos. Profissional dedicada, é atenciosa com os pacientes. Ganha presente de seus familiares pelo tratamento dispensado. O que ninguém sabe, nem ela, é que seu tempo de doideras deixou sequelas que ainda não se manifestaram. Quem sabe nem irão se manifestar.
quarta-feira, abril 23, 2003
terça-feira, abril 22, 2003
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terça-feira, abril 22, 2003
by Joca
EX
Ela era ex de um amigo que viajou pelo mundo. Namoraram anos. Saíamos juntos, em 3. Ou quatro, ás vezes. Bonita, baixinha, simpática. Olhos verdes, morena, mais velha. Safada. Típica mulher que gosta de dar troco, revide. Deve ser Semente no Calendário Maia: não pára de falar um minuto. Sobre os assuntos mais escrotos possíveis: o cachorrinho fresco, a unha que fez hoje, o médico que foi ontem, a malhação diária. Porra de paciência do caralho tem que ter.
Resolveu me dar. Fácil. Como se eu tivesse grana no banco e vida estável. Pelo contrário, estava nos becos da vida, procurando algo a me apoiar. Não queria aventura fácil, apesar de ter gostado daquele lombo e dos seus pequenos seios. Apostei, fiquei, saí, curti. Mas o papo dela fica na memória de maneira traumática. Uma mulher sem, ou com muito, papo são INSUPORTÁVEIS.
Quando a peguei pela primeira vez foi em seu carro, na volta de uma festa. Pagou um boquete e foi até o final, abrindo a porta do veículo para cuspir o esperma. Fui ao delírio com a cena. Depois queria me beijar. Esquivei. Não tava preparado para isso. A segunda foi na casa da minha mãe, quando a peguei de jeito e gozei em seu corpo depois de 40 minutos de sexo tântrico. Foi a popular "uma bem dada", inesquecível, para ela. Boa, para mim, um treino, que encheu meu ego. Mas não rolou sentimento. Não vai rolar sentimento. Pois eu não tenho sentimento por ninguém. Quase não tenho pela minha família. Pelos amigos. Alguns.
Por ex-mulher de amigo não dá pra ter respeito se ela não se der ao. Sempre vi como "homem", mas hoje em dia vejo como voraz criatura malévola. Que chega sem pudor. Que dá o troco, mesmo se não gostar. "Terminou comigo? Vou transar com seus amigos. Foda-se você. Sofra." Hoje estou aqui, quase quarentão. Solteirão. E me lembrei disso, há anos. Já que a vi agora, na rua, com um outro amigo meu.
segunda-feira, abril 21, 2003
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segunda-feira, abril 21, 2003
by Joca
É A VIDA
Ela estava animada para vir ao Rio no feriado. Morando em BH, esperava encontrar artistas, ver a moda carioca, ir á praia, viver como uma típica Garota de Ipanema, nem que seja por poucos dias. Comprou biquini novo, já que o seu tava sem uso há meses. Poderia finalmente mostrar sua tatuagem, acima das nádegas, mais precisamente no lombo. Não necessariamente na praia, já que na noite ela também poderia usar uma saia que a deixava á mostra, super charmosa.
Com ajuda das primas cariocas, fez os programas mais descolados da cidade: praia em Ipanema e no Pepê, Cristo Redentor, festinha no Jardim Botânico - quando fumou muita maconha, Baixo Gávea, Lapa.
Na primeira vez que foi no Baixo Gávea encontrou um artista do segundo escalão da Malhação. Nem bonito ele era, mas como namorou uma atriz de sucesso era ansiosamente desejado por ela, doida por um ator. Chegou nele e pediu para tirar uma foto juntos. Ele topou e perguntou daonde ela era, já que não estava acostumado ao assédio das cariocas. "De BH", ela falou, sorridente. O que ela iria falar para suas amigas mineiras ? Estava muito excitada.
No último dia de Rio ela voltou ao Baixo Gávea. O ator estava lá. Como ela já o "conhecia", puxou papo com ele e um amigo que o acompanhava. Sua primas também conversavam. Ela foi com uma roupa que deixava a tatuagem á mostra - um sol tribal, estilizado. O ator chamou-a para conversar ali. Foram, munidos de cervejas. Não foi dificil dar o primeiro beijo. A moça, bonita, estava doida para beijar alguém "famoso".
No canto da rua, os abraços eram fortes. Ele morava perto e a convidou para dar um dois em sua casa, rapidinho. Ela avisou suas primas e foi com ele. Chegaram no apartamento e não falaram nada, saíram tirando a roupa - ela tava doida para dar para um "ator" do Rio. A primeira providência dele foi falar para ela virar de costas: "Quero te comer olhando sua tattoo". Deu duas dezenas de estocadas. Fortes, que a fizeram gemer não só de prazer, mas de dor também. Não foi dificil convencê-la a fazer sexo anal. Ele era um "ator". Apesar de nunca ter feito, topou. Afinal, como ele disse pra ela, "Mulher que tem tatuagem aí gosta de dar o rabo". Chegando o êxtase, tirou o pau e falou pra ela virar que ele ia gozar em sua boca. Dito e feito. Acabado o ato, se vestiram e voltaram ao Baixo. Os dois, exaustos de prazer, sorridentes.
Reencontraram seus amigos. Ela, suas primas. Ele, a "galera". Um de seus amigos chegou de carro e o convenceu a ir pra outro lugar. Ele topou. Olhou pra trás e viu sua 'vítima' conversando de costas com as primas, longe. Entrou no carro e saiu fora, desapercebido.
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